19 agosto, 2012

17 de Agosto - O Poder das Palavras III


 “Porque és precioso aos meus olhos” Isaías 43:4
(continuação) Felícia nunca viu uma deformidade em mim, apenas uma característica especial que queria ter também. Todos nós vemos alguma coisa que não seja muito boa em nós como uma deformidade. Podemos nos considerar deformados ou portadores de uma característica especial. E essa escolha vai determinar como será a nossa vida” (Carol Price, Histórias para Aquecer o Coração 2).
Reflexão Dirigida:
1) Como você se vê?
2) Guardemos no coração somente as boas palavras que ouvimos.
3) As palavras da  Bíblia refletem o amor de Deus por nós.

16 de Agosto - O Poder das Palavras II


“Felizes as pessoas que tem o coração puro, pois elas verão a Deus” Jesus (Mateus 5:8)
(continuação...) “Eu me tornei professora primária porque pensei que pudesse ser uma boa profissão para quem tem uma deformidade. No meu primeiro ano como professora, eu tinha como aluna uma menininha chamada Felícia. Era uma criança encantadora. Uma tarde, estávamos todos treinando a letra “A”. Para um aluno de primeiro ano, é necessário um esforço concentrado para fazer uma bolinha e depois puxar uma perninha. Todos estavam quietinhos e trabalhando. Prestei atenção em Felícia, e vi que ela estava escrevendo com os dedos cruzados uns sobre os outros. Na ponta dos pés, me aproximei, me inclinei e falei baixinho: “Felícia, por que você está escrevendo com os dedos cruzados?” A menininha olhou para mim com seus olhos grandes e bonitos e disse: “Porque quero ser igualzinha a você, senhorita Price.” (continua amanhã...)

15 de Agosto - O Poder das Palavras I


“Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros” Efésios 4:29
“Eu nasci com seis dedos em cada mão e sem nenhuma articulação. A primeira cirurgia foi feita quando eu tinha seis meses de idade e, aos dezesseis anos, somavam-se vinte e sete operações. Minhas mãos ainda não eram “normais”, mas eu chegara ao meu limite. Aos dezesseis anos senti-me no direito de dizer: “Me deixem em paz!” Minha família apoiou minha decisão, dizendo-me que,  se eu quisesse, poderia fazer outras operações mais tarde. Mas eu pensei: “Chega, não preciso de mais sofrimento. Minhas mãos vão ficar do jeito que estão.” E assim foi. Anos mais tarde meu melhor amigo, temendo pelo meu sofrimento resolveu me alertar que o rapaz de quem eu tanto gostava e esperava namorar um dia, jamais ficaria comigo porque eu era deformada. Eu ouvi isso, foi um grande golpe. Acreditei nisso...” (continua amanhã).