19 setembro, 2011

1 de Setembro - Crítica ou Elogio II

 “Portanto, o que for prudente guardará silêncio” Amós 5:13 
Não perceberam as pérolas e nem as outras preciosidades, mas, não passou despercebida aos olhos da maioria, a pequena largatixa. Alguns podem até se justificar dizendo que era o que estava destoando e por isso, foi percebido. Outros dirão que era algo feio em meio a coisas bonitas. Mas, o fato é que existem “olhos viciados”, que buscam o tempo todo “o que está errado”, “o que não está perfeito”. Existem “bocas viciadas” que sentem prazer em criticar o outro, esquecendo-se de olhar para si mesmos”. Então, sorridente, o conferencista concluiu: “Quantas vezes nós estamos cegos para as coisas valorosas da vida e das pessoas? Quantas vezes, em vez de focarmos nas flores e nas pérolas colocamos nossa atenção na “largatixa”? Ao substituirmos a crítica pelo elogio e pelo reconhecimento, iremos perceber que isso tornará a vida de todos e principalmente a nossa muito melhor!”
Reflexão Dirigida:
1) Você é muito crítico(a)?
2) Utilize mais o elogio no seu dia a dia.
3) Deus nos convida a elogiar em vez de criticar; silenciar em vez de censurar.

31 de Agosto - Críticas ou Elogios?

 “Parem de fazer o que é mau e aprendam a fazer o que é bom” Isaías 1:16 
Você conhece alguém que critica tudo e todos? Que sempre tem uma palavra para censurar e criticar, ignorando o esforço e a boa vontade com que algo foi feito? Será que temos a consciência de que esse modo de agir assemelha-se a regar uma planta com água fervendo? “Um conferencista após cumprimentar os presentes, em silêncio enfeitou uma mesa forrada com tolha branca de seda com dezenas de pérolas que trouxera e com várias dúzias de flores frescas e perfumadas. Em seguida apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza e os distribuiu sobre a mesa. Logo depois diante do assombro de todos, em meio aos demais objetos, colocou uma pequena largatixa num frasco de vidro. Só então se dirigiu ao público perguntando: - O que é que os senhores estão vendo?” Algumas vozes responderam discordantes: - Um bicho! Um lagarto horrível! Uma larva! Um pequeno mostro”. Então, o conferencista considerou: - Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos! Os senhores não enxergaram o forro de seda branco que recobre a mesa. Não viram as flores, nem sentiram o seu perfume” (continua amanhã).