15 de setembro de 2012

27 de Agosto - Qual é o Seu Dom?



 “Não se descuide do dom que você tem, que Deus lhe deu” 1 Timóteo 4:14
Quando era criança, Billy Joel dizia, com frequência, que queria ser outra pessoa, alguém diferente de quem era. Ficava aborrecido por ser mais baixo que os outros meninos e era comum vir da escola ou de um jogo reclamando por não se sentir competente. Ele dizia como gostaria de ser só um pouquinho mais alto. Para sua mãe, naturalmente o filho era perfeito. Assim, toda vez que ele exprimia um sentimento negativo sobre si mesmo, ela afirmava: “Não se preocupe, isso não tem a menor importância. Você não precisa ser outra pessoa, porque você é perfeitol. Somos todos únicos e diferentes uns dos outros. E você também há de ter algo maravilhoso para dividir com o mundo. Amo você exatamente como você é” (continua amanhã...)

3 de setembro de 2012

24 de Agosto - Cura Emocional - Final



“Se pois o Filho(Jesus) vos libertar, verdadeiramente sereis livres” João 8:36
(continuação de ontem...) Mas a mudança que se operou nela contagiou sua família e seus amigos. O marido, a princípio chocado, foi descobrindo que sua esposa não era uma mera extensão dele mesmo. Os filhos passaram a aprender com a mãe o direito ao próprio desejo. E os amigos que de fato a amavam, embora muitas vezes desconcertados, se alegraram com a transformação. À medida que Cinthia foi se tornando mais capaz de dizer NÃO, as mudanças se ampliaram. Ela passou então a ter muito mais consciência de si mesma, dos seus sentimentos, talentos, necessidades e objetivos. Muitas vezes ela fala com seus filhos: “Cada pessoa é diferente das outras e é bom a gente descobrir como cada um é. O importante é dizer a sua opinião e ouvir o que o outro acha. Só assim podemos aprender e crescer. Só assim podemos ser felizes”
Reflexão Dirigida:
1) Abra o seu coração a Deus e receba a cura emocional de que precisa.
2) Sempre é tempo de aprendermos a dizer “não” quando necessário.
3) Deus nos convida constantemente a nos melhorar e amadurecer.

23 de Agosto - Cura Emocional II



“O Senhor Me enviou para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos” Jesus ( Lucas  4:18)
(continuação de ontem...) De repente, sem saber o motivo, ela se surpreendeu desejando com tal intensidade que sua vida acabasse, que chegou a pedir a Deus que a levasse. Então ela ouviu, vinda do fundo do seu coração, uma voz serena que, baixinho, disse apenas uma palavra: NÃO. Naquele momento Cinthia soube exatamente o que devia fazer. E eis que ela passou a dizer àqueles que a quem mais amava: Não, não quero... Não, não concordo... Não, faça você... Não, eu quero outra coisa... Não, estou cansada... Não, estou ocupada. Sua família sofreu um impacto, seus amigos reagiram com surpresa. Cinthia era outra pessoa, notava-se isso nos seus olhos, na sua postura, na forma serena mas assertiva com que passou a expressar o seu desejo. Levou tempo para que ela incorporasse o direito de dizer NÃO... (continua amanhã...)

22 de Agosto - Cura Emocional



 “Por que estás abatida , ó minha alma? E por que te perturbas dentro de mim? Salmo 43:5
Quando Cinthia tinha dois ou três anos, seus pais a ensinaram a nunca dizer NÃO. Ela devia concordar com tudo o que eles falassem, pois, do contrário, era uma palmada e cama. Assim Cinthia se tornou uma criança, dócil, obediente, que nunca se zangava. A maioria dos professores valorizava muito essas qualidades, porém os mais sensíveis se perguntavam como ela se sentia por dentro. A menina  cresceu cercada de amigos que gostavam dela por causa de sua meiguice e de sua extrema prestatividade; mesmo que tivesse algum problema, ela nunca se recusava a ajudar os outros. Aos trinta e três anos, Cinthia se estava casada com um advogado e vivia com sua família numa casa confortável. Tinha dois lindos filhos e, quando alguém lhe perguntava como se sentia, ela sempre respondia: “Está tudo bem”. Mas, numa noite de inverno, ela não conseguiu pegar no sono, tinha a cabeça tomada por terríveis pensamentos... (continua amanhã).

27 de agosto de 2012

21 de Agosto - Dinheiro Abençoado...


 “Minha é a prata e meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos” Ageu 2:8
É importante que tenhamos nossas vidas financeiras abençoadas por Deus. Algo que muitas vezes parece ser apenas um pequeno detalhe, como um troco a mais que recebemos e não devolvemos, ou uma conta que percebemos estar errada e não corrigimos, etc., não são atitudes inofensivas. Quando uma pessoa adquire alguma coisa de maneira ilícita, mais dia menos dia esse bem deixará de existir em sua vida ou na de seus descendentes. A perda virá através de uma doença que consome esses bens para pagamentos de tratamentos; de um ladrão que vem e rouba; de investimentos enganosos; ou gastos desnecessários e prazeres descontrolados, enfim, de alguma forma a posse deixa de existir na vida da pessoa, e na de seus  descendentes. Ser honesto é caminhar com Deus, e colocar-nos constantemente debaixo de sua proteção.
Reflexão Dirigida:
1) Como é sua relação com dinheiro?
2) O dinheiro é neutro, o uso que fazemos dele é que o torna bom ou ruim.
3) Cultivar a vida espiritual nos ajuda a equilibrar nossa vida financeira.

22 de agosto de 2012

20 de Agosto - Tesouro Escondido

“Então Pedro disse: Não tenho nenhum dinheiro, mas o que tenho eu lhe dou: pelo poder do nome de Jesus Cristo, levante-se e ande” Atos 3:6
Uma sábia mulher viajava pelas montanhas quando, no leito de um rio, encontrou uma pedra preciosa. Continuando seu caminho, deparou-se com um viajante que tinha fome e, para atender a seu pedido de ajuda, a mulher abriu a bolsa para dividir com ele sua comida. O homem deslumbrou-se com a visão da pedra e pediu à mulher que lhe desse de presente. Sem hesitar, ela lhe entregou a jóia. O viajante se foi, rejubilando-se por sua sorte. O tesouro poderia garantir-lhe segurança para toda a vida. Mas, alguns dias depois, ele voltou à procura da mulher. Ao encontrá-la, entregou-lhe a pedra, dizendo: “Pensei muito e sei bem o valor desta pedra, mas venho devolve-la. O que quero é algo muito mais precioso. Se for possível, me dê o que está dentro de você e que a fez capaz de me entregar um tesouro como esse”.
Reflexão Dirigida:
1) O que há dentro de você que pode doar às pessoas a sua volta?
2) O céu ou o inferno começa dentro de cada um de nós.
3) Por que não doar alegria, fé, esperança, ânimo, gentileza, solidariedade?

19 de agosto de 2012

17 de Agosto - O Poder das Palavras III


 “Porque és precioso aos meus olhos” Isaías 43:4
(continuação) Felícia nunca viu uma deformidade em mim, apenas uma característica especial que queria ter também. Todos nós vemos alguma coisa que não seja muito boa em nós como uma deformidade. Podemos nos considerar deformados ou portadores de uma característica especial. E essa escolha vai determinar como será a nossa vida” (Carol Price, Histórias para Aquecer o Coração 2).
Reflexão Dirigida:
1) Como você se vê?
2) Guardemos no coração somente as boas palavras que ouvimos.
3) As palavras da  Bíblia refletem o amor de Deus por nós.

16 de Agosto - O Poder das Palavras II


“Felizes as pessoas que tem o coração puro, pois elas verão a Deus” Jesus (Mateus 5:8)
(continuação...) “Eu me tornei professora primária porque pensei que pudesse ser uma boa profissão para quem tem uma deformidade. No meu primeiro ano como professora, eu tinha como aluna uma menininha chamada Felícia. Era uma criança encantadora. Uma tarde, estávamos todos treinando a letra “A”. Para um aluno de primeiro ano, é necessário um esforço concentrado para fazer uma bolinha e depois puxar uma perninha. Todos estavam quietinhos e trabalhando. Prestei atenção em Felícia, e vi que ela estava escrevendo com os dedos cruzados uns sobre os outros. Na ponta dos pés, me aproximei, me inclinei e falei baixinho: “Felícia, por que você está escrevendo com os dedos cruzados?” A menininha olhou para mim com seus olhos grandes e bonitos e disse: “Porque quero ser igualzinha a você, senhorita Price.” (continua amanhã...)

15 de Agosto - O Poder das Palavras I


“Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros” Efésios 4:29
“Eu nasci com seis dedos em cada mão e sem nenhuma articulação. A primeira cirurgia foi feita quando eu tinha seis meses de idade e, aos dezesseis anos, somavam-se vinte e sete operações. Minhas mãos ainda não eram “normais”, mas eu chegara ao meu limite. Aos dezesseis anos senti-me no direito de dizer: “Me deixem em paz!” Minha família apoiou minha decisão, dizendo-me que,  se eu quisesse, poderia fazer outras operações mais tarde. Mas eu pensei: “Chega, não preciso de mais sofrimento. Minhas mãos vão ficar do jeito que estão.” E assim foi. Anos mais tarde meu melhor amigo, temendo pelo meu sofrimento resolveu me alertar que o rapaz de quem eu tanto gostava e esperava namorar um dia, jamais ficaria comigo porque eu era deformada. Eu ouvi isso, foi um grande golpe. Acreditei nisso...” (continua amanhã).