Fábio
Otuzi Brotto, mestre em Educação Física e Bacharel em
Psicologia, foi o grande pioneiro que introduziu os Jogos Cooperativos no
Brasil. Em 1992 criou juntamente com sua esposa Gisela Sartori Franco o “Projeto Cooperação” com o objetivo de
difundir por meio de oficinas, palestras, eventos, publicações e produção de
materiais didáticos os Jogos
Cooperativos. Em 1995 publicou um livro que é o pioneiro na história dos Jogos Cooperativos
no Brasil: “Jogos cooperativos: se o
importante é competir, o fundamental é cooperar”. Atualmente, o Jogo
Cooperativo é encarado com naturalidade. Muito diferente de alguns anos atrás,
quando ninguém acreditava em seu potencial, hoje existe um grande interesse em
pesquisar e produzir academicamente sobre o assunto.
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28 de abril de 2017
28 de setembro de 2009
JOGOS COOPERATIVOS - JOGOS COMPETITIVOS : DIFERENÇAS
Os Jogos cooperativos foram criados com o objetivo de promover a auto-estima e a convivência, sendo dirigidos para a prevenção de problemas nas relações e no âmbito social. A interação cooperativa com os outros é necessária para o desenvolvimento da auto-estima, confiança e da identidade pessoal, que são elementos importantes para o bem-estar psicológico. Se o jogo tem presentes os valores de solidariedade e cooperação, começamos descobrir a capacidade que cada um de nós tem para sugerir idéias”(Brown 1995). Competir e cooperar são possibilidades de agir e ser no mundo. Os Jogos Cooperativos propõe uma interação social em que os objetivos são comuns, as ações são compartilhadas e os benefícios são distribuídos para todos, enquanto nos Jogos Competitivos a interação social e os objetivos são mutuamente exclusivos, as ações são isoladas ou em oposição umas às outras, e os benefícios são concentrados somente para alguns. Na situação cooperativa os participantes são mais sensíveis às solicitações dos outros, e há uma maior homogeneidade na quantidade de contribuições e participações enquanto na situação competitiva, são menos sensíveis às solicitações dos outros e há uma menor homogeneidade na quantidade de contribuições e participações. Enquanto se joga cooperativamente os participantes percebem que atingir os seus objetivos é, em parte conseqüência da ação dos outros membros, enquanto na prática do jogo competitivo os participantes percebem que seus objetivos são incompatíveis com a obtenção dos objetivos dos demais, uma vez que um tem que perder para o outro ganhar.
ORIGEM DOS JOGOS COOPERATIVOS
COMO OS JOGOS COOPERATIVOS CHEGARAM AO BRASIL
JOGOS COOPERATIVOS PARA APRESENTAÇÃO
COMO OS JOGOS COOPERATIVOS CHEGARAM AO BRASIL
JOGOS COOPERATIVOS PARA APRESENTAÇÃO
13 de julho de 2009
JOGOS COOPERATIVOS - APRESENTAÇÃO
ROLETA
Material: Nenhum
Disposição: Dois círculos de igual número de participantes, sendo um dentro do outro.
Desenvolvimento: Formar um grande círculo e numerar oralmente os participantes a partir do número um. Pedir para que os participantes que foram numerados com número pares, dêem dois passos para dentro do círculo, formando assim um círculo menor que ficará dentro do outro. Ao sinal do facilitador o círculo de dentro começa a girar para o lado direito e o círculo de fora formado pelos números ímpares, começa a girar para o lado esquerdo. Ao novo sinal do facilitador os dois círculos param de girar, um participante do círculo de dentro, se apresenta e começa a conversar com o participante do círculo de fora. Após alguns segundos, é dado um novo sinal pelo facilitador e novamente os círculos começam a girar e se repete a atividade.
Objetivos: Socialização, contato visual, contato físico (aperto de mãos), apresentação. Trabalhar lateralidade, numeração, ordem crescente e decrescente, números pares e números ímpares.
Material: Nenhum
Disposição: Dois círculos de igual número de participantes, sendo um dentro do outro.
Desenvolvimento: Formar um grande círculo e numerar oralmente os participantes a partir do número um. Pedir para que os participantes que foram numerados com número pares, dêem dois passos para dentro do círculo, formando assim um círculo menor que ficará dentro do outro. Ao sinal do facilitador o círculo de dentro começa a girar para o lado direito e o círculo de fora formado pelos números ímpares, começa a girar para o lado esquerdo. Ao novo sinal do facilitador os dois círculos param de girar, um participante do círculo de dentro, se apresenta e começa a conversar com o participante do círculo de fora. Após alguns segundos, é dado um novo sinal pelo facilitador e novamente os círculos começam a girar e se repete a atividade.
Objetivos: Socialização, contato visual, contato físico (aperto de mãos), apresentação. Trabalhar lateralidade, numeração, ordem crescente e decrescente, números pares e números ímpares.
15 de fevereiro de 2009
JOGOS COOPERATIVOS - ORIGEM
Os "Jogos Cooperativos" não é algo novo, começou há milhares de anos, quando membros das comunidades tribais se uniam para celebrar a vida. Em 1950 através do trabalho de Ted Lentz nos Estados Unidos os Jogos Cooperativos começaram a ser sistematizados.
Um dos maiores estudiosos do tema é sem dúvida o Prof. Terry Orlick da Universidade de Ottawa no Canadá, que pesquisou a relação entre Jogo e Sociedade defendendo que: “Quando participamos de um determinado jogo, fazemos parte de uma mini-sociedade, que pode nos formar em direções variadas.” E qual direção queremos para nós? Nesse contexto o Jogo Cooperativo nos ajuda a ensinar-e-aprender a viver uns com os outros ao invés de uns contra os outros. Quando se joga cooperativamente, cada pessoa é responsável por contribuir com o resultado bem-sucedido do jogo e assim cada um se sente co-responsável e co-participante. O medo da rejeição é eliminado e aumenta o desejo de se envolver, de fazer parte do grupo. A proposta dos jogos cooperativos deve estar acompanhada de atitudes que favoreçam o respeito, a valorização e a integração de todos. Enquanto educadores conscientes, devemos sempre eliminar as diferenças, sem contudo, deixar de reconhecer que cada ser é um indivíduo com possibilidades e limitações. Neste sentido devemos oferecer oportunidades iguais a todos sem discriminação, para que o participante possa se sentir como peça fundamental dentro do grupo. Dando chance para que as pessoas joguem juntas, tentando superar um desafio comum, contribuímos para que se tornem mais cooperativas e solidárias.
Um dos maiores estudiosos do tema é sem dúvida o Prof. Terry Orlick da Universidade de Ottawa no Canadá, que pesquisou a relação entre Jogo e Sociedade defendendo que: “Quando participamos de um determinado jogo, fazemos parte de uma mini-sociedade, que pode nos formar em direções variadas.” E qual direção queremos para nós? Nesse contexto o Jogo Cooperativo nos ajuda a ensinar-e-aprender a viver uns com os outros ao invés de uns contra os outros. Quando se joga cooperativamente, cada pessoa é responsável por contribuir com o resultado bem-sucedido do jogo e assim cada um se sente co-responsável e co-participante. O medo da rejeição é eliminado e aumenta o desejo de se envolver, de fazer parte do grupo. A proposta dos jogos cooperativos deve estar acompanhada de atitudes que favoreçam o respeito, a valorização e a integração de todos. Enquanto educadores conscientes, devemos sempre eliminar as diferenças, sem contudo, deixar de reconhecer que cada ser é um indivíduo com possibilidades e limitações. Neste sentido devemos oferecer oportunidades iguais a todos sem discriminação, para que o participante possa se sentir como peça fundamental dentro do grupo. Dando chance para que as pessoas joguem juntas, tentando superar um desafio comum, contribuímos para que se tornem mais cooperativas e solidárias.
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