5 de julho de 2011

30 de Junho - Olhos do Coração

“Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé creste; bem-aventurados os que não viram e creram” João 20:29
Helen Keller, escritora cega e surda afirmou: “As melhores e mais lindas coisas da vida não podem ser vistas nem tocadas: devem ser sentidas com o coração”. Para a maioria das pessoas, o melhor da vida é possuir muitos bens e poder ver, tocar e interagir com algo concreto, que esteja interessada. Esse sistema de vida destrói a simplicidade e o sentimento verdadeiro. A vida deve ser gerada no coração e não no que acontece externamente. É tempo de mudarmos um pouco a nossa agenda, gastar mais tempo lendo, refletindo, orando, conversando com as pessoas, caminhando e sentindo o que está ao nosso redor. Que possamos dar menos importância ao que vemos com os olhos,e procuremos com o coração perceber o que realmente acontece.
Reflexão dirigida:
1) Que possamos sentir a presença de Deus conosco.
2) Os olhos do coração enxergam além das aparências.
3) Esteja atento ao que os seus sentimentos estão lhe dizendo.

4 de julho de 2011

29 de Junho - A Lição III


“Salva-nos, agora, te pedimos, ó Senhor; Ó Senhor, te pedimos, prospera-nos” Salmo 118:25

Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender a propriedade para sobreviver. Apertou o passo e chegando lá foi recebido por um caseiro muito simpático. Perguntou-lhe sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu-lhe: “Continuam morando aqui”. Espantado, entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono da vaquinha: “Como o senhor melhorou o sítio e está tão bem de vida”?! E o homem entusiasmado disse: “Tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora"!
Reflexão Dirigida:
1) Deus muitas vezes age para nos tirar da acomodação.
2) O que tem a aparência de perda pode na verdade ser ganho.
3) Não temos que compreender o mover de Deus e sim aceitá-lo.

28 de Junho - A Lição II


“Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres” Salmo 126:3

"O mestre então agradeceu-lhe pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, ordenou ao seu fiel discípulo: “Pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente, empurre-a e jogue-a lá embaixo”. O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas como percebeu o silencio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem e empurrou a vaquinha morro abaixo. Aquela cena ficou marcada na memória do jovem durante alguns anos. Um belo dia, resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar àquele mesmo lugar e contar tudo à pobre família, pedir-lhe perdão e ajudá-los. Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim". Continua...

27 de Junho - A Lição

“Esforça-te todo o povo da terra, diz o Senhor, e trabalhai; porque Eu Sou convosco, diz o Senhor dos exércitos” Ageu 2:4
Um mestre sábio passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu visitá-lo. Durante o percurso, falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos com as pessoas que pouco ou nada conhecemos. Chegando lá pode constatar a pobreza do lugar, com uma casa de madeira e sem calçamento. Os moradores, um casal e três filhos, estavam vestidos com roupas rasgadas e sujas! Aproximou-se do dono do sítio e perguntou: “Nesse lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como sobrevive aqui com sua família”? O homem calmamente lhe respondeu: “Temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros alimentícios e com o restante produzimos queijo e coalhada para nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.” continua...





2 de julho de 2011

22 de Junho - Servir

“Lembrem dos que sofrem, como se vocês estivessem sofrendo com eles” Hebreus 13:3
Um jovem americano de nome Dennis Plummer queria conhecer melhor a população de seu país mediante o contato direto com as pessoas e por meio das histórias que lhe contassem. Desse modo, o rapaz, recém formado em psicologia, começou a percorrer a pé o território dos Estados Unidos. No fim de seu primeiro ano de caminhada, Dennis havia entrevistado todo tipo de pessoas: empresários, operários, empregados, camponeses, marinheiros e inclusive narcotraficantes e prostitutas. Tinha ido a várias cidades, as maiores e as menores de seu país. Depois disso, ele escreveu este comentário: “O que percebia nas pessoas era uma espécie de questionamento sobre o sentido da própria vida. O homicida número 1 dos Estados Unidos é o tédio. De diferentes maneiras, as pessoas estão buscando um significado para a vida” (Enrique Chaij, Ainda Existe Esperança).
Reflexão Dirigida:
1) Qual é o sentido que você dá a vida?
2) Combata o tédio estendendo a mão aos que sofrem.
3) Deus nos ensina o real significado de nossas vidas.

30 de junho de 2011

21 de Junho - Diálogo

“Não aguento mais; preciso desabafar” Jó 32:20
O conhecido médico Dráuzio Varella ao falar sobre a arte de não adoecer enfatiza a importância dos nossos sentimentos: “Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam gerando doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então o melhor caminho é desabafar, confidenciar, partilhar nossos “segredos”, receios e enganos. O diálogo, a fala, a palavra é um poderoso remédio e excelente terapia. Nada pode ser pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. Quem esconde a realidade do que está sentindo, querendo sempre dar a impressão de que está bem, acumula toneladas de peso emocional, assemelhando-se a uma estátua de bronze, que tem os pés de barro. Não sejamos alguém com muito verniz e pouca raiz, sejamos verdadeiros”.
Reflexão dirigida:
1) Não precisamos ser perfeitos, e sim verdadeiros.
2) Coloquemos diante de Deus nossos reais sentimentos.
3) Deus nos dá condições de livrar-nos de nossas máscaras.

28 de junho de 2011

17 de Junho - Livramento

“O Senhor te guiará continuamente” Isaías 58:11
Eu me preparava para viajar para o interior a fim de visitar antigas amigas muito queridas,  que haviam perdido o pai de maneira inesperada e violenta. Eu iria de ônibus na manhã do dia seguinte. Fui orar pedindo a Deus que me desse forças e que eu pudesse levar o Seu consolo em meio a tanta dor. Qual não foi minha surpresa quando a direção de Deus foi para que eu viajasse sim, só que para outro lugar. Fiquei tão impactada, que decidi fazer mais orações ao longo do dia, pedindo confirmação de Deus. Mas, Deus continuava dando a mesma orientação. Mudei meus planos e dois dias depois embarquei num ônibus para o Paraná. Eu não sabia o que eu iria fazer no Paraná, mas a resposta de Deus foi tão clara, que não tinha como não obedecer. Eu pensava: “Se Deus está me mandando ir para Curitiba, ao invés de Bauru, onde havia acontecido uma morte e toda a família estava tão abalada, é porque havia algo mais urgente acontecendo em Curitiba...” (continua amanhã).

16 de Junho - O Nó do Afeto II

“Vocês, mesmo sendo maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos. Quanto mais o Pai de vocês que está no céu, dará coisas boas aos que lhe pedirem” Mateus 7:9  
                                                     
“E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante. E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola” (autor desconhecido). Existem muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem presentes. Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó do afeto, o que o pai estava lhe dizendo. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos “ouçam” a linguagem do nosso coração. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.
Reflexão Dirigida:
1) O amor de Deus para conosco é de pai para filho.
2) Deus nos inspira em como manifestar nosso amor.
3) Nossos gestos transmitem muito mais do que imaginamos.

15 de Junho - O Nó do Afeto

“Que tudo o que vocês fizerem seja feito com amor” 1 Coríntios 16:14
“Em uma reunião de Pais, numa Escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-lhes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível. Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana. Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa...” (continua amanhã).

27 de junho de 2011

14 de Junho - Segurança

“Pois o Senhor Deus lhe dará segurança” Provérbios 3:26
Sabe quando encontramos nos cantos de paredes ou móveis, teias de aranha quase invisíveis? Para a aranha ela é segura e firme, mas basta que as toquemos com a vassoura para que se desfaçam. Lá se foi a segurança da aranha, ela terá que construir outra teia de novo, para capturar seu alimento. Quando vivemos como se Deus não existisse, tal qual a aranha, colocamos nossa segurança em teias que construímos e julgamos serem indestrutíveis. Porém, é comum vermos, pessoas que jamais pensaram perder o emprego, serem demitidas; outros que apostavam tudo em relacionamentos, vivendo separações; e pessoas dizendo: “Jamais eu pensei que isso pudesse acontecer comigo”! Essas mesmas coisas acontecem com aqueles que acreditam em Deus, porém, a diferença está na força, consolo, coragem e esperança que são revestidos, todos que caminham com Ele.
Reflexão Dirigida:
1) Deus está conosco quando ninguém mais pode estar.
2) Como você enfrenta as provações do caminho?
3) Caminhar com Deus é uma escolha pessoal e instranferível.